
As horas não passam; os segundos parecem séculos.
Uma e dez da madrugada em plena segunda-feira eu ouço uma música tocar bem longe a melodia é agradável, mas não consigo saber qual é a canção. Também escuto carros passando apressados na avenida.
Mas pra quê tanta pressa? Será que eles estão atrasados pra alguma coisa a essa hora?
Talvez tenham dito ou feito algo no qual arrependeram-se e agora estão tentando correr contra o tempo para quem sabe assim consertar o erro. Acho que ninguém contou para eles que palavras ditas, oportunidades perdidas e tempo são coisas que jamais voltam atrás.
Eu também já tive muita pressa para tentar consertar algo que foi dito, mas na verdade eu não queria ter falado e descobri que muitas vezes as palavras ferem mais do que um tapa e nenhum pedido de “desculpas” irá diminuir a dor que tais palavras fizereram na pessoa.
Já tentei ver se sobrou algum vestígio da oportunidade que eu perdi, mas descobri que na verdade não “há oportunidades perdidas” outra pessoa aproveita as que eu deixei escapar.
Também quis voltar no tempo, naquele instante perfeito e parar o tempo ali naquele exato momento, mas descobri que o tempo que eu tenho é o agora e o que passou já não volta mais.
Isso tudo é inútil. Tão inútil quanto querer encontar o seu sorriso no sorriso de um outro alguém; olhar nos olhos de outro alguém tentando ver você, sorrir com os meus olhos apertados pra ver se alguém me diz que o meu sorriso é único e insubstituível , ou dizer alguma bobagem enquanto me dizem algo sério pra ver se a pessoa manda eu ficar quieta porque “ele está sendo meu amigo agora”. Tentei buscar algum indício de você em outras pessoas, mas descobri que nenhum deles me aproximaram de você, ao contrário, só me afastaram cada vez mais.
E esse silêncio todo me incomoda… me deixa perdida na companhia das minhas palavras vazias, com as minhas ideias, com essa música tocando em algum lugar não muito distante daqui (“… aprendi com a dor nada mais é o amor que o encontro das águas; quem sou pra tentar entender o amor? …”), com o barulho dos carros na avenida, com as horas que mais parecem séculos (1:33 A.M.), e com a sua ausência que a cada dia se faz mais presente na minha vida.
Uma e dez da madrugada em plena segunda-feira eu ouço uma música tocar bem longe a melodia é agradável, mas não consigo saber qual é a canção. Também escuto carros passando apressados na avenida.
Mas pra quê tanta pressa? Será que eles estão atrasados pra alguma coisa a essa hora?
Talvez tenham dito ou feito algo no qual arrependeram-se e agora estão tentando correr contra o tempo para quem sabe assim consertar o erro. Acho que ninguém contou para eles que palavras ditas, oportunidades perdidas e tempo são coisas que jamais voltam atrás.
Eu também já tive muita pressa para tentar consertar algo que foi dito, mas na verdade eu não queria ter falado e descobri que muitas vezes as palavras ferem mais do que um tapa e nenhum pedido de “desculpas” irá diminuir a dor que tais palavras fizereram na pessoa.
Já tentei ver se sobrou algum vestígio da oportunidade que eu perdi, mas descobri que na verdade não “há oportunidades perdidas” outra pessoa aproveita as que eu deixei escapar.
Também quis voltar no tempo, naquele instante perfeito e parar o tempo ali naquele exato momento, mas descobri que o tempo que eu tenho é o agora e o que passou já não volta mais.
Isso tudo é inútil. Tão inútil quanto querer encontar o seu sorriso no sorriso de um outro alguém; olhar nos olhos de outro alguém tentando ver você, sorrir com os meus olhos apertados pra ver se alguém me diz que o meu sorriso é único e insubstituível , ou dizer alguma bobagem enquanto me dizem algo sério pra ver se a pessoa manda eu ficar quieta porque “ele está sendo meu amigo agora”. Tentei buscar algum indício de você em outras pessoas, mas descobri que nenhum deles me aproximaram de você, ao contrário, só me afastaram cada vez mais.
E esse silêncio todo me incomoda… me deixa perdida na companhia das minhas palavras vazias, com as minhas ideias, com essa música tocando em algum lugar não muito distante daqui (“… aprendi com a dor nada mais é o amor que o encontro das águas; quem sou pra tentar entender o amor? …”), com o barulho dos carros na avenida, com as horas que mais parecem séculos (1:33 A.M.), e com a sua ausência que a cada dia se faz mais presente na minha vida.
Um comentário:
sobrinhaaaaaaaaaaaaaaaaa
queria escrever coisas bonitas
queria te dar um abraço agora
parece que a ausência te faz mau
mas fica tranquila
a mente omite o que o coração sente
sinta amor e que seja real e verdadeiro
não tenha medo de arriscar ou de perder
se precisar a tia cuida de vc
nhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
parece que eu sei o que vc sente !!
estranhamente,um transmimento de pensação inexplicável.
deixe que a vida tome seu rumo e pare de se culpar pelo não feito.
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