
“(...) havia acontecido tanta coisa esquisita ultimamente que tinha começado a pensar que raríssimas coisas eram realmente impossíveis.”
“(...) ela nunca esquecera que, se você bebe muito de uma garrafa em que está escrito ‘veneno’, é quase certo que vai se sentir mal, mais cedo ou mais tarde.”
“’Vamos, não adianta nada chorar assim!’ disse Alice para si mesma, num tom um tanto áspero, ‘eu aconselho a parar já!’ Em geral dava conselhos muito bons para si mesma (embora raramente os seguisse)”
“(...) tinha se acostumado tanto a esperar só coisas esquisitas acontecerem que lhe parecia muito sem graça e maçante que a vida seguisse da maneira habitual.”
“Ai, ai! Como tudo está esquisito hoje! E ontem as coisas aconteciam exatamente como de costume. Será que fui trocada durante a noite? Deixe-me pensar: eu era a mesa quando me levantei essa manhã? Tenho uma ligeira lembrança de que me senti um bocadinho diferente. Mas, se não sou a mesma, a próxima pergunta é: ‘Afinal de contas quem sou eu?’ Ah, este é o grande enigma!”
“Então quem sou eu? Primeiro me digam; aí, se eu gostar de ser essa pessoa, eu subo; senão fico aqui embaixo até ser outra pessoa”
“Se cada um cuidasse da própria vida, o mundo giraria bem mais depressa.”
“Tudo tem uma moral, é questão de saber encontrá-la.”
“E a moral disso é ‘Seja o que você parece ser’...”
“Comece pelo começo e prossiga até chegar ao fim; então pare.”
“Ficou ali sentada, os olhos fechados, e quase acreditou estar no País das Maravilhas, embora soubesse que bastaria abri-lo e tudo se transformaria em insípida realidade...”
(Lewis Carroll)
